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MEC autoriza a abertura de mais seis cursos de medicina
Escrito por Equipe ResMedica   
Qua, 23 de Julho de 2014 18:35

Em portaria publicada no Diário Oficial da União nesta quarta-feira (23/07), o Ministério da Educação (MEC) autorizou a abertura de seis novos cursos de graduação em medicina, todos particulares. Ao todo serão 498 vagas liberadas, que a partir de hoje já podem ser utilizadas pelas instituições. Confira na lista abaixo as instituições e o número de vagas autorizadas.

Faculdade Meridional (Passo Fundo-RS): 42 vagas

Centro Universitário UNISEB (Ribeirão Preto-SP): 76 vagas

Centro Universitário de João Pessoa (João Pessoa-PB): 100 vagas

Faculdade das Américas (São Paulo-SP): 100 vagas

Centro Universitário Franciscano (Santa Maria-RS): 80 vagas

Faculdade Integrada Tiradentes (Maceió-AL): 100 vagas 

 

 

 
MEC seleciona 42 municípios para receber curso de medicina
Escrito por Equipe ResMedica   
Qua, 04 de Dezembro de 2013 09:24

O Ministério da Educação (MEC) deu início ao projeto de aumentar o número de vagas de medicina no país, uma das prioridades do programa Mais Médicos do Governo Federal. O governo já havia destacado municípios com potencial de receber vagas de medicina no meio deste ano, foi aberto então as inscrições para as cidades interessadas em receber um curso de medicina conforme alguns critérios preestabelecidos como ter mais de 70 mil habitantes.

 

De um total de 154 prefeituras interessadas, foram selecionadas 42 de vários estados do país. Agora estes municípios receberão a visita de especialistas que verificarão a estrutura de equipamentos públicos e serviços de saúde de cada localidade para definir a lista final de novos cursos de medicina.

 

A lista com todas as localidades selecionadas previamente pode ser conferida abaixo.  

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Mais Médicos é aprovado e agora irá para sanção presidencial
Escrito por Equipe ResMedica   
Qui, 17 de Outubro de 2013 01:30

 mais--medicos

Charge: Jean Galvão

O Senado Federal aprovou nesta quarta-feira o Programa Mais Médicos, bandeira do Governo Federal para a área de saúde. O projeto que já tinha sido aprovado na Câmara  foi votado e aprovado sem alterações. O projeto irá agora para sanção presidencial.

 

Com a aprovação, médicos estrangeiros poderão exercer a medicina sem revalidação do diploma por 3 anos, após os três primeiros anos, caso tenha interesse em continuar no projeto deverá obrigatoriamente dar entrada no processo de revalidação do diploma para continuar trabalhando por mais 3 anos.  Agora o Ministério da Saúde será o responsável por emitir o registro dos médicos estrangeiros e não mais os CRMs. Médicos aposentados também podem aderir ao projeto, essa medida foi inserida na Câmara.

 

Graduação

 Além da participação de médicos estrangeiros, o Mais Médicos também alterou o currículo da graduação médica. Agora o internato médico deve obrigatoriamente destinar 30% dos dois anos na Atenção Básica e nos serviços de urgência e emergência.

 

Residência Médica

 A residência médica não escapou das mudanças, a partir de 2019 algumas residências terão um ano a mais de duração que icluirá o primeiro ano de medicina geral de família e comunidade, entre elas estão clínica médica, pediatria, ginecologia e obstetrícia, cirurgia geral, psiquiatria e medicina preventiva e social. Outras residências terão os dois anos iniciais de medicina geral de família e comunidade, não ficou claro ainda quais residências terão os dois anos iniciais e quais não necessitarão deste pré-requisito.

 

Na prática, caso um médico optar por fazer clínica médica por exemplo, ele fará três anos de residência, o primeiro ano em medicina geral de família e comunidade e mais dois de clínica. Ao terminar esta residência e optar por fazer cardiologia por exemplo, deverá fazer novamente mais um ano de Medicina Geral de Família e Comunidade e o restante em cardiologia. Da mesma forma quem for fazer cirurgia geral, pediatria ou ginecologia e obstetrícia, ao optar por fazer um R3 (que na verdade seria um R4 agora) deverá reiniciar na medicina geral de família e comunidade.

 

 
Problemas com a inscrição no PSU-MG 2014? (Atualização)
Escrito por Equipe ResMedica   
Qua, 16 de Outubro de 2013 21:01

slow-con

Muitas pessoas entraram em contato com o ResMédica pelo Facebook e via email relatando dificuldades na inscrição do Processo Seletivo Unificado de Minas Gerais (PSU). Segundo relatos o sistema de inscrição está há mais de 48 horas sem funcionar em alguns casos, outros conseguem entrar, mas tem dificuldade em alterar os dados ou finalizar a inscrição.

A empresa responsável pela processo de inscrição de residência médica, AREMG, informou por meio de comunicado no site que o sistema de inscrição está apresentando problemas e serão realizados testes para encontrar o problema. Não foi informado se o problema é devido ao grande número de usuários no site ou houve um problema técnico.

Segundo a empresa não há previsão do retorno a normalidade, porém assim que retornar o funcionamento normal será concedido prazo adicional para as inscrições.

O processo seletivo de residência médica de Minas Gerais é o maior no estado e um dos maiores do Brasil, com mais de 1000 vagas disponíveis em diversas especialidades.

 

Atualização (17/10): 

A organização do processo seletivo de residência médica do PSU-MG prorrogou as inscrições e pagamento até o dia 21/10. Segundo ela os técnicos estão trabalhando na manutenção do sistema. A confirmação da inscrição será realizada de 25/10 a 30/10.

 

 
Governo firma parceria com OPAS e trará 4.000 médicos cubanos
Escrito por Equipe ResMedica   
Qua, 21 de Agosto de 2013 19:26

Os protestos ocorridos há mais de um mês de médicos e estudantes contra a vinda de estrangeiros, entre eles 6 mil cubanos não foram suficientes para intimidar o Governo Federal. Num primeiro momento o Ministro da Saúde reiterou que médicos de Cuba não participariam do programa Mais Médicos, tudo mudou após a baixa adesão de brasileiros, o que já era esperado e de estrangeiros no primeiro módulo do Programa Mais Médicos.

 

Hoje o Governo Federal afirmou que firmou uma parceria com a Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) que contará com a vinda de 4.000 cubanos para regiões onde não houve interesse de médicos do primeiro módulo do Mais Médicos. Com a parceria, 400 médicos cubanos já serão integrados na primeira fase do programa e parte deles chega ao Brasil no próximo final de semana. A OPAS está em busca de novos países interessados em trabalhar no Brasil, porém até o momento apenas Cuba se interessou, o governo Federal investirá R$511 milhões na vinda dos médicos cubanos ao Brasil até fevereiro de 2014.

 

Já prevendo novos protestos, o Governo afirmou que 84% dos médicos cubanos que virão ao Brasil têm mais de 16 anos de experiência e todos têm especialização em medicina da família. A partir do dia 26 de agosto os médicos estrangeiros participarão por três semanas de aulas de avaliação sobre saúde pública brasileira e língua portuguesa.

 
Governo desiste de graduação em 8 anos mas mantem trabalho obrigatório
Escrito por Equipe ResMedica   
Qua, 31 de Julho de 2013 17:13

Após as contestações e protestos por parte de médicos, estudantes e faculdades/universidades, o ministro da Educação Aloizio Mercadante anunciou hoje (31) que irá propor ao relator da proposta a alteração da Medida Provisória 621, que institui o Programa Mais Médicos, retirando do projeto a extensão do curso de graduação para 8 anos. Porém, o ministro disse que a residência médica será obrigatória para determinadas áreas médicas e o primeiro ano será de trabalho no SUS.


A nova proposta foi previamente discutida com diretores de faculdades, comissão de especialistas e representantes da Associação Brasileira de Educação Médica e tem a premissa de que a partir de 2018 todos os estudantes formados terão obrigatoriamente que realizar a residência médica, dependendo da área escolhida. O primeiro ano da residência será ambientado obrigatoriamente na atenção básica, urgência e emergência de uma unidade do SUS, voltado para a área de escolha, somente após passar por essa fase que atuaria especificamente na especialidade de escolha. Entre as prováveis áreas que poderão constar neste programa estão clínica médica, cirurgia geral, pediatria, ginecologia e obstetrícia e medicina da família e comunidade. 

Dúvidas

 

Com a alteração da proposta, os estudantes da graduação ao final dos seis anos do curso de medicina receberão o diploma e o número do CRM, mas mesmo assim terão que trabalhar por um ano no SUS obrigatoriamente. Por mais que a maioria dos formandos tenham a intenção de fazer a residência médica após o final do curso, algumas especialidades que atualmente não passam por áreas de atenção básica e/ou urgência/emergência poderão ser obrigadas a trabalhar para o Governo apenas com uma bolsa de residência médica do MEC. Ainda restam muitas dúvidas sobre a nova proposta do MEC que não foram explicadas, como a de médicos que optarem por atuar como médicos generalistas, neste caso deverão trabalhar nas áreas propostas por um ano ou não. Outra dúvida é quais outras áreas serão obrigadas a passar por esse estágio forçado durante um ano e como funcionaria neste caso.

 

O ministro também garantiu que não faltará vagas para os formandos na residência médica, mesmo que algumas especialidades sejam mais concorridas que outras.

 

Com informações da Agência Brasil

 
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